Turkey recent aerial bombardments on northern Iraq were a great success, but not more than Turkish ‘deals’ to gain international support (or silence at least) concerning Kurdistan/Turkey conflicts.

Supposedly, Turkish incursions didn’t miss a single target in attacking Kurdistan’s “guerrilla” bases. Apparently, nobody heard anything from Kurdistan about the bombardment’s figures. Even worst – recent “responses” to the Kurdistan’s terrorism cell did not raise any discussion on Kurdistan’s indepence, which has been requested for decades.

The question would be whether international support to Turkey was an endorsement of Turkish rights to respond to the terrorism threat or if it was a way to maintain US and EU trade relationship with that country (Turkey, for instance, is the world’s largest scrap importer, and is a great steel exporter to Europe).

________________________________________________________________

Os recentes bombardeios aéreos turcos no norte do Iraque foram um sucesso, mas não mais do que os ‘acordos’ turcos para conseguir apoio internacional (ou silêncio, pelo menos) com relação aos conflitos Curdistão/Turquia.

 Supostamente, os ataques turcos não erraram um só alvo ao atacar as bases da “guerrilha” curda. Aparentemente, ninguém ouviu nada a respeito dos dados curdos sobre os bombardeios. Pior ainda – a recente “resposta” dada à célula de terrorismo curda não suscitaram nenhuma discussão acerca da independência do Curdistão, requerida há décadas.

A questão é até que ponto o apoio internacional à Turquia foi um endosso aos direitos turcos de responder à ameaça terrorista ou se foi uma forma de manter as relações comerciais da Europa e EUA com aquele país (a Turquia, por exemplo, é o maior importador mundial de sucata e um grande exportador de aço à Europa).