Latest figures point that Kenia’s riots already killed more than 300 people. Other 100,000 people is said to be homeless, whilst protests continue. Today, opposition leaders incite people to protest on elections’ results – police subdues manifestants (around two thousand people). Even though the government got rid of that manifest, Kenia’s president Mwai Kibaki says he is “disposed” to discuss with the oppositon on elections’ results.

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Os últimos dados a respeito das revoltas no Quênia apontam mais de 300 mortos. Outras cem mil pessoas estariam desabrigadas, enquanto que os protestos seguem firmes. Hoje, líderes da oposição incitaram pessoas a protestar em razão do resultado das eleições – a polícia reprimiu os manifestantes (cerca de duas mil pessoas). Embora o governo tenha proibido a realização desse protesto, o presidente eleito Mwai Kibaki se disse “disposto” a discutir os resultados do pleito com a oposição.

Kenia’s government is asking editors to run any material only “few minutes” after they have reviewed the material. It has disclosed a statement last weekend on that. It argues “some people are using the media to call for violence and to incite members of the public to engage in violence.”

The statement’s title is “Why government has cancelled live broadcast”. I would say… strange, for a while.

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O governo do Quênia está pedindo a editores que divulguem qualquer material somente “minutos após” revisá-lo. O governo divulgou um comunicado sobre o assunto no último final de semana. Ele argumenta que “algumas pessoas estão usando a mídia para instigar a violência e incitar o público a iniciá-la”.

 O título do comunicado divulgado é “porque o governo cancelou as transmissões ao vivo”. Eu diria por hora… estranho.

Despite of any information disclosed by worldwide newspapers/agencies, Kenia’s government minimised the crisis involving its elections, which has been causing a violence wave since late-December.

Kenian government disclosed a statement through its communication office: “The population directly affected by the violence is less than 3% of the Kenya population. The police are containing the affected areas where there is violence. Kenya is not burning and not at the throes of any division. These areas and more than 33 million Kenyans are not is any way in danger or affected by the violence. Only a few hundred thousand people.”

“Only a few hundred thousand people”? That sounds to be a huge crisis, I would say. UN and US government have only manifested as though not related to the situation. Should Kenia be a new Sudan? Or could we see US/UN doing something this time? Unfortunately, we can only watch and wait for actions or consequences.

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A despeito de qualquer informação divulgada por agências/jornais internacionais, o governo do Quênia minimizou a crise envolvendo as eleições no país, a qual vem causando uma onda de violência iniciada no final de dezembro.

 Um porta-voz do governo queniano afirmou: “a população diretamente afetada pela violência corresponde a menos de 3% da população do Quênia. A polícia está contendo as áreas afetadas, onde há violência. O Quênia não está em revolta e não há qualquer ameação de separação. Essas áreas e mais de 33 milhões de quenianos não estão sendo afetados pela violência ou correndo perigo, apenas algumas centenas de milhares de pessoas”.

“Apenas algumas centenas de milhares”? Isso soa como uma enorme crise, eu diria. A ONU e os EUA somente se manifestaram como partes não relacionadas à situação. Será o Quênia um novo Sudão? Ou assistiremos alguma reação da ONU/EUA? Infelizmente, apenas podemos assistir e esperar por ações ou consequências.